Jorge Ben Jor

Carioca de Madureira, porém originado no Rio Alongado, Jorge Ben queria ser apostador de futebol e chegou a absorver o equipe infanto-juvenil do Flamengo. Porém acabou abraçando o caminho da som, presente na sua vida a partir de criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, 2 anos em seguida, já cantava no acompanhamento de igreja. Similarmente participava como tocador de pandeiro em blocos de alvoroço. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se entregar em festas e boates, tocando aptidão nova e rock and roll. É chamado de Babulina, por conta da acento do rockabilly “Bop-A-Lena” de Ronnie Self (alcunha que Tim Maia tinha pelo inclusive motivo).[3] Seu periodicidade bastardo lhe trouxe alguns complicações no início, no momento em que a som brasileira aparecia dividida entre a Jovem Conserva e o samba clássico, de caracteres engajadas. Ao ganhar ambição pela som, o artista vivenciou uma data na qual a aptidão nova predominava no mundo. A adágio da maior parte dos músicos de por isso, ele foi a princípio influenciado por João Gilberto, porém, a partir de o início, foi muito arrojado.

O início com o sucesso de “Porém que Nada”[dar à luz | dar à luz código-fonte]
No início dos anos 1960, apresentou-se no Beco das Garrafas, que se tornou um dos redutos da aptidão nova. Em 1963, ele subiu no palco e cantou “Porém que Nada” – que já tinha gravado como vocalista do conjunto do organista Zé Maria, para uma jovem plateia, que incluía um executivo da gravadora Philips. 2 meses em seguida, era lançado o primeiro basto de Jorge Ben, que abarca também “Por Pleito de Você Criança”. No inclusive ano lançou o primeiro LONG-PLAY, Samba Arranjo Novo, acompanhado pelo conjunto de samba jazz Meirelles e os Caneco Cinco.[7] Nessa data, Jorge Ben tornou-se unânime entre os críticos musicais da data, uma vez que achado com uma batida nova, o conhecido por samba rock, que agradava ao inclusive tempo categorias extremos como a aptidão nova e a Jovem Conserva. “Porém que Nada” foi seu primeiro grande sucesso no Brasil e similarmente é uma das canções em dialeto portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje, na versão do pianista brasileiro Sérgio Mendes com o grupo de hip hop norte-americano Black Eyed Peas. E similarmente foi uma das poucas a obterem acabamento nesse país (como “Menina de Ipanema”), tendo também sido regravada por artistas como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Al Jarreau, Herb Alpert, José Feliciano, Trini Lopez e Coldplay (esse, no acúmulo Rock in Rio 2011). Outras composições como “Zazueira” e “Nena Naná” fizeram acidental sucesso no país.

Era de Festivais e ciclo esotérica-experimental[dar à luz | dar à luz código-fonte]
Em 1968, Jorge Ben foi atraído para o programa Admirável, Admirável que Caetano Cabeludo e Gilberto Gil faziam na Barga Tupi. Ele similarmente participou de “O Fino da Aptidão” (comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues) e da Jovem Conserva (de Roberto Carlos). Nesta data, Jorge Ben abiscoitou amplo sucesso com as músicas “Cadê Tereza?”, “País Abrasador”, “Que Pena” e “Que Maravilha”, além de concorrer com “Charles, Anjo 45” no acúmulo Cosmopolita da Balada, da TELEVISÃO Bola, em 1969. Na casa de 1970, venceria esse acúmulo com “Amarrilho Maravilha”, concebido por Maria Alcina. “País Abrasador” similarmente teve acabamento, na voz de Wilson Simonal. Também nos anos 1970, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como A Carta de Esmeralda (1974), Solta o Pavão (1975) e Façanha Brasil (1976). Ainda que não tenham adquirido sucesso comercial, esses álbuns são, hoje, considerados clássicos da som brasileira.

Oscilação de nome e ciclo pop[dar à luz | dar à luz código-fonte]
Na casa posterior, Jorge Ben dedicou-se a alastrar suas músicas no exterior. Em 1989, ele mudou o nome artístico de Jorge Ben para Jorge Benjor, logo após modificado para Jorge Ben Jor. Na data, foi mencionado que a oscilação teria sido provocada pela numerologia, porém o mais plausível é que tenha acontecido para evitar confusões com o agradável americano George Benson, uma vez que Jorge Ben aparecia começando a se acudir-se bastante conhecido nos Estados Unidos na data.[8] Nesta nova ciclo, sua som tornou-se mais pop, embora com estilo groove. Ele afirma ter aberto a utilizar guitarra elétrica por não conseguir escutar o aparelhagem do violão nos shows.[9] Sua som “W/Brasil (Chama o Administrador)”, lançada em 1990, estourou nas pistas de agitação em 1991 e 1992, tornando-se uma sincera febre na data. A balada é similarmente uma admiração ao aedo Tim Maia. Além do mais, foi realizada por causa um pedido único de Washington Olivetto, amo da agência de anúncio W/Brasil, que lhe pediu para fazer uma som sobre a agência. Em 2004, Jorge Ben Jor lançou Reactivus Amor Est (Turba Philosophorum), primeiro álbum com canções inédita a partir de 1995.

Também na ativa, seus shows costumam conservar-se por volta de 3 horas, para plateias formadas especialmente por jovens.

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